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Abr
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Um risco
Por: Nuno Roldão Mendes

6 Commentário(s)

O título da notícia publicada no post anterior, retirada do Diário Digital é:
“Vereador do PSD admite aceitar pelouros contra partido”.
Contra o partido? Mas que partido? O "azul" ou o laranja?
Durante a liderança de Marques Mendes e Paula Teixeira da Cruz, para aceitar pelouros, Pedro Simões teria de ir contra as directrizes do partido. Seria uma decisão pessoal, que teria como consequência máxima, a retirada de confiança politica.
Mesmo sabendo que aceitar um cargo político contra o PSD, não teria como consequência a expulsão de militante, Pedro Simões preferiu manter-se leal ao partido. Na minha opinião, bem.
Com Menezes e Carlos Carreiras, aparentemente, as portas ficaram abertas. Embora Menezes nunca tenha sido claro nesta matéria, foi de Carlos Carreiras que veio a “permissão”, encapuçada na ideia que “seriam as estruturas de secção a decidirem”, e que a distrital de Lisboa “não perseguiria ninguém” que o fizesse.
Se não era legitimo que Pedro Simões aceitasse pelouros durante a liderança de Marques Mendes, com Menezes a situação era diferente.
Desde a eleição de LFM, ficou claro que o partido não impunha ou se opunha à aceitação de pelouros por parte dos vereadores eleitos pelo PSD.
No entanto, mesmo com a legitimidade que lhe foi conferida pelo partido, Pedro Simões escolheu mal o momento.
Decidiu aceitar pelouros com LFM demissionário. Dessa forma, os pressupostos que sustentam a sua decisão são uma incógnita.
Seria mais prudente que Pedro Simões esperasse pela eleição do novo líder.
“Vereador do PSD admite aceitar pelouros contra partido”.
Contra o partido? Mas que partido? O "azul" ou o laranja?
Durante a liderança de Marques Mendes e Paula Teixeira da Cruz, para aceitar pelouros, Pedro Simões teria de ir contra as directrizes do partido. Seria uma decisão pessoal, que teria como consequência máxima, a retirada de confiança politica.
Mesmo sabendo que aceitar um cargo político contra o PSD, não teria como consequência a expulsão de militante, Pedro Simões preferiu manter-se leal ao partido. Na minha opinião, bem.
Com Menezes e Carlos Carreiras, aparentemente, as portas ficaram abertas. Embora Menezes nunca tenha sido claro nesta matéria, foi de Carlos Carreiras que veio a “permissão”, encapuçada na ideia que “seriam as estruturas de secção a decidirem”, e que a distrital de Lisboa “não perseguiria ninguém” que o fizesse.
Se não era legitimo que Pedro Simões aceitasse pelouros durante a liderança de Marques Mendes, com Menezes a situação era diferente.
Desde a eleição de LFM, ficou claro que o partido não impunha ou se opunha à aceitação de pelouros por parte dos vereadores eleitos pelo PSD.
No entanto, mesmo com a legitimidade que lhe foi conferida pelo partido, Pedro Simões escolheu mal o momento.
Decidiu aceitar pelouros com LFM demissionário. Dessa forma, os pressupostos que sustentam a sua decisão são uma incógnita.
Seria mais prudente que Pedro Simões esperasse pela eleição do novo líder.
Certamente, qualquer um dos candidatos tem uma posição sobre a situação de Oeiras.
Se o futuro líder do PSD decidir manter a mesma orientação politica que LFM, Pedro Simões legitima mais uma vez a sua opção.
E se a nova liderança do PSD decidir que os vereadores do PSD não podem aceitar pelouros?
Nesse caso, Pedro Simões corre um sério risco.
Continua fiel ao partido e será o vereador com o mandato mais curto da história de Oeiras, ou decide continuar, e tornasse no mais recente vereador independente da CMO.
Aproveito para desejar as maiores felicidades ao Pedro Simões, nas suas novas funções ao serviço dos munícipes de Oeiras.
Ai, só eu é que não arranjo um tacho. Parece que vou ter de continuar a trabalhar...
O mote é: deixem-me la arranjar um tacho agora, que agora ninguem manda e pode ser que ningem se aperceba.
Ridiculo esse Sr.
O Nuno ainda deseja felicidades a esse aproveitador???????
Esse Sr. será mais um cúmplice da vergonha em que Oeiras se tornou.
Amigo Nuno,
Enviei-te um e-mail para o teu endereço da empresa... e foi devolvido!
Como sabes o meu endereço, peço-te que me comuniques o teu e-mail pessoal.
Abração forte.
Olá, Nuno. De volta à blogosfera, muito bem.
Do meu ponto de vista, de alguém que se afastou do PSD-Oeiras devido ao clima de marginalidade interna que se sentia (sinceramente, ser militante passou a ser uma condição acessória), discordo e penso que o Pedro Simões escolheu a melhor altura para ele. Senão vejamos, é nos momentos de crise que um indivíduo se afirma na "arena".
O Pedro (o Simões, entenda-se) está-se a afirmar como político. Ninguém, mas mesmo ninguém, conseguiu "ser" alguém sem arriscar, mantendo uma lealdade "cega" a uma direcção nacional do partido, que está sempre a mudar, e ignorando o que se passa à sua volta, especialmente quando a Teresa Zambujo "bate palmas" aos projectos imobiliários de Isaltino para Oeiras e onde esta já confirmou que está de saída (e o outro também, espero que sim), não se perspectivando apoios à sua recandidatura, por ter duas Secções, uma Distrital e uma mais que provável Direcção do Partido, contra ela.
Sem mais, sempre directo ao assunto, mesmo que tenha de ir contra a corrente. Um abraço.
Este Vereador é uma vergonha.