Home |

29
Mai

É preciso acreditar!

Um óptimo debate.
É bom saber que o PSD tem homens e mulheres com capacidade e ideias concretas, para melhorar a situação dramática que se vive no nosso País.
Ficou ontem provado na SIC, que o PSD é alternativa ao actual governo, que mais não tem feito do que agravar todos os dias, a situação económica de milhares de famílias portuguesas.
O Governo de José Sócrates tem governado mal, e só se mantém impune, porque o PSD não tem tido a capacidade de se apresentar como alternativa credível.

Ontem, fiquei com a certeza, que destas eleições sairá um PSD mais forte, com ideias e pessoas capazes de derrubar José Sócrates.
Finalmente, o PSD irá apresentar-se a eleições para discutir o poder com o partido socialista. Não apenas para ganhar por ganhar.
O PSD irá mobilizar e devolver a confiança aos Portugueses, necessária para que todos possamos acreditar que é possível fazer mais e melhor. Com o novo PSD, os portugueses voltarão a acreditar no partido e em si próprios. Estou convicto.

Tinha ainda algumas duvidas, sobre qual dos candidatos estava em melhores condições para liderar este projecto.
Sem qualquer desconsideração pelos restantes, muito pelo contrário, dos quatro candidatos que se apresentam a estas eleições, só um poderá ganhar.
E desta vez a escolha não é fácil. Ainda bem. Um óptimo sinal.

O debate de ontem acabou com as minhas dúvidas. Depois do que vi e ouvi, fiquei com a certeza de que o futuro do PSD é agora.

Tive o prazer de conhecer Pedro Passos Coelho quando era presidente da JSD de Algés. Nessa altura, o presidente da JSD era uma referência para muitos jovens como eu.
É com enorme satisfação, que hoje e passados tantos anos, constato que o Pedro mantém as suas qualidades intactas. Teve ainda a capacidade de evoluir e crescer para melhor. Tudo isto com a dose de humildade necessária, digna de um bom homem.

Pedro Passos Coelho mostrou durante a campanha eleitoral, que não é apenas um líder para o futuro.
Fez-nos acreditar que o futuro do PSD é agora, porque é preciso acreditar.

27
Mai

Em declarações feitas na sede nacional do PSD, em Lisboa, Ribau Esteves qualificou de “inacreditável, absurda e errada a decisão do dr. Luís Filipe Menezes de se demitir e de não se recandidatar” e considerou-se “o único preso político que há em Portugal”.

Ribau Esteves ainda não percebeu que “inacreditável, absurda e errada”, foi a decisão de Luís Filipe Menezes em tê-lo escolhido para secretário-geral do PSD.

Afinal...

Sinceramente, tenho ainda algumas duvidas sobre qual o melhor candidato para liderar o PSD.

Por exemplo, um dia depois de Pedro passos Coelho ter defendido a redução de impostos sobre os produtos petrolíferos, com a forte oposição de Manuela Ferreira Leite e Pedro Santana Lopes, o Presidente francês Nicolas Sarkozy sugeriu hoje aos países da União Europeia a introdução de um limite para o Imposto Sobre Valor Acrescentado (iva) sobre os combustíveis a partir de um determinado preço do petróleo.

A proposta de discutir o imposto, segundo a imprensa nacional e internacional, tem tido boa aceitação por parte dos restantes parceiros da EU.

Afinal, a proposta de Pedro Passos Coelho não é assim tão descabida. Pelo contrário.

Basta!

Cavaco Silva, afirmou esta terça-feira que a subida dos preços dos combustíveis se deve ao «mercado a funcionar» mas com certeza também a uma «dose de especulação», noticia a agência Lusa.

O Chefe de Estado fez esta declaração após um encontro com o Rei da Noruega, Harald V, com quem admitiu ter abordado a questão da subida dos combustíveis, sublinhando, no entanto, que «não é fácil encontrar repostas para a subida de preços que preocupa os portugueses e a si próprio».

Cavaco Silva recordou que, apesar da Noruega ser um grande produtor de petróleo, faz uma aposta séria em energias renováveis com um consumo limitado de combustíveis fósseis.

«É esse o caminho que temos de seguir», disse, acrescentando que «Portugal não controla o preço do petróleo e que é o mercado que está a actuar e com certeza com uma dose de especulação».

07
Mai

Tudo ou nada

Pedro Santana Lopes apresentou ontem a sua candidatura.
Encheu o átrio da sede nacional, acompanhado por Conceição Monteiro, a antiga de secretária de Sá Carneiro, Pedro Pinto, Raul dos Santos, Gomes da Silva, Arlindo de Carvalho, mandatário nacional, entre outros apoiantes como Maria José Valério.

Pedro Santana Lopes joga forte nestas eleições, procura a legitimidade que lhe faltou quando foi líder. O tudo ou nada.
Se ganhar, confirma a tese de “conspiração” que diz ter sido alvo e legitima o seu anterior e futuro mandato.
Se perder, a travessia do deserto será a única solução.

Dos muitos militantes presentes, Oeiras não poderia faltar.
Para espanto de alguns, a presença de alguém muito próximo de Isaltino Morais não passou despercebida.

Um apoio?

29
Abr

Recomenda-se!

Chama-se “Efeito Placebo” e promete dar cartas na discussão interna do PSD.

Para tomar com muita água…

Um risco


O título da notícia publicada no post anterior, retirada do Diário Digital é:
“Vereador do PSD admite aceitar pelouros contra partido”.

Contra o partido? Mas que partido? O "azul" ou o laranja?

Durante a liderança de Marques Mendes e Paula Teixeira da Cruz, para aceitar pelouros, Pedro Simões teria de ir contra as directrizes do partido. Seria uma decisão pessoal, que teria como consequência máxima, a retirada de confiança politica.
Mesmo sabendo que aceitar um cargo político contra o PSD, não teria como consequência a expulsão de militante, Pedro Simões preferiu manter-se leal ao partido. Na minha opinião, bem.

Com Menezes e Carlos Carreiras, aparentemente, as portas ficaram abertas. Embora Menezes nunca tenha sido claro nesta matéria, foi de Carlos Carreiras que veio a “permissão”, encapuçada na ideia que “seriam as estruturas de secção a decidirem”, e que a distrital de Lisboa “não perseguiria ninguém” que o fizesse.

Se não era legitimo que Pedro Simões aceitasse pelouros durante a liderança de Marques Mendes, com Menezes a situação era diferente.

Desde a eleição de LFM, ficou claro que o partido não impunha ou se opunha à aceitação de pelouros por parte dos vereadores eleitos pelo PSD.

No entanto, mesmo com a legitimidade que lhe foi conferida pelo partido, Pedro Simões escolheu mal o momento.
Decidiu aceitar pelouros com LFM demissionário. Dessa forma, os pressupostos que sustentam a sua decisão são uma incógnita.
Seria mais prudente que Pedro Simões esperasse pela eleição do novo líder.

Certamente, qualquer um dos candidatos tem uma posição sobre a situação de Oeiras.
Se o futuro líder do PSD decidir manter a mesma orientação politica que LFM, Pedro Simões legitima mais uma vez a sua opção.

E se a nova liderança do PSD decidir que os vereadores do PSD não podem aceitar pelouros?

Nesse caso, Pedro Simões corre um sério risco.
Continua fiel ao partido e será o vereador com o mandato mais curto da história de Oeiras, ou decide continuar, e tornasse no mais recente vereador independente da CMO.
Aproveito para desejar as maiores felicidades ao Pedro Simões, nas suas novas funções ao serviço dos munícipes de Oeiras.

28
Abr

Segundo o Diário Digital, um dos quatro vereadores sociais-democratas na Câmara de Oeiras, Pedro Simões, disponibilizou-se para «aceitar pelouros sem qualquer condicionante», uma posição que, segundo a responsável pela vereação do PSD, não representa «minimamente» a postura do partido.

Pedro Simões, Teresa Zambujo, José Eduardo Costa e Rui Soeiro foram eleitos vereadores daquele executivo em Outubro de 2005 , altura em que as estruturas nacionais e distritais do PSD entendiam que os eleitos não deveriam aceitar pelouros.

Vários foram os momentos, no entanto, em que o presidente da autarquia, Isaltino Morais (independente), deixou em aberto a possibilidade de a oposição aceitar gerir alguns departamentos, o que acabou por acontecer com os dois vereadores do PS.

Quarta-feira, durante uma reunião pública da Câmara, o vereador afirmou fazer «todo o sentido» assumir um lugar para que foi designado e responder a uma «vontade» manifestada «pessoalmente» pelo presidente.
«Venho publicamente responder ao repto por si lançado, manifestando a minha disponibilidade para aceitar pelouros sem qualquer condicionante ou exigência, apenas salvaguardando a minha liberdade de decisão», afirmou Pedro Simões durante a sessão, lembrando que todos os projectos estruturantes do concelho foram aprovados pelo PSD.

«Como pode alguém assumir-se como oposição quando sistematicamente volta e concorda com as linhas principais da estratégia implementada por este executivo? Estratégia esta, aliás, que mais não é que a natural evolução de duas décadas de governação social-democrata», referiu.

Segundo fonte do PSD, o presidente da concelhia de Oeiras, Pedro Paulo, afirma encarar com «toda a naturalidade» a decisão de Pedro Simões, enquanto a número um da vereação social-democrata em Oeiras, Teresa Zambujo, considera que o momento não é o mais oportuno.
(continua...)

24
Abr

Santana entalou Jardim

Ontem, após o Conselho Nacional do PSD, Alberto João Jardim anunciou o apoio à candidatura de Santana Lopes.

Hoje, Filipe Malheiro, vogal da comissão política do PSD Madeira, ex-secretário-geral do partido e tido como muito próximo do líder madeirense, escreve no seu Blogue, sob o título «PSD: Santana entalou Jardim», o seguinte:

«Uma conversa entre Santana Lopes e Alberto João Jardim antes do Conselho Nacional surpreendeu o líder madeirense, que não estava à espera da pressão desesperada de Santana para que ele desistisse a seu favor. Há entre muitos conselheiros a ideia que Santana - que não vai conseguir ganhar as directas, porque existe uma forte possibilidade de alguns potenciais apoiantes de Jardim, perante os factos, se transferirem para Pedro Passos Coelho ou Ferreira Leite -andou a manipular os acontecimentos e que entalou Alberto João Jardim, escondendo até à ultima o seu jogo. O Presidente do Governo acabou por sair agastado - eu sei que o líder madeirense saíu da sala mais cedo profundamente irritado com os acontecimentos - e ainda por cima levantou contra si críticas de alguns responsáveis de distritais que andaram todo o dia de hoje a preparar-lhe o caminho e não escondiam a desilusão»

22
Abr

Um dado novo

Segundo a imprensa de hoje, Manuela Ferreira Leite é candidata à liderança do PSD.

Considero que Rui Rio era o candidato ideal para defrontar José Sócrates e liderar o PSD. Um dia será.

Manuela Ferreira Leite é sem duvida alguma, uma excelente candidata.
Juntamente com os restantes já assumidos, estão reunidas as condições para que destas eleições, saia um PSD mais forte e coeso.

Existem muitos militantes com dúvidas em relação a alguns apoios, que sistematicamente aparecem ligados ao seu nome.

Não me passa pela cabeça que uma figura como Manuela Ferreira Leite, tenha necessidade de contar com algumas pessoas. Seria um erro injustificável.

O seu nome trará de novo à ribalta, militantes, que nos últimos tempos conturbados se afastaram do partido. Personalidades que fazem falta ao PSD, pela sua história, competência e capacidade já demonstrada.
Pessoas que aos olhos dos portugueses, são o garante de um PSD respeitável, credível e com capacidade para ser alternativa ao Engº Sócrates.

O benefício da dúvida está dado.

No entanto, a candidatura de Manuela Ferreira Leite acrescenta um dado novo à luta pela liderança. Abre o espaço que Pedro Santana Lopes desejava, para também ele ser candidato.


Sobre o Cais
Notícias
Recomendações
Últimos Posts
Arquivo
Úteis
Add to Google
Add to My Yahoo!